SEDESP - SINDICATO DOS EMPREGADORES DOMÉSTICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
   
 
 
WhatsApp: (11) 91853-0259
(somente mensagens de texto)
 
HOME
 
QUEM SOMOS
 
NOTÍCIAS
 
JURÍDICO
 
E-SOCIAL DOMÉSTICO
 
PLANOS
 
CONTATO
 
SEDESP - SINDICATO DOS EMPREGADORES DOMÉSTICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
Notícias e Novidades
 
Editais
 
Informativos
 

NOTÍCIAS E NOVIDADES

Not�cia - 27/05/2026 - Família investigada em SC por escravidão vai pagar R$ 15,5 mil em acordo a empregada resgatada 27/05/2026 - Família investigada em SC por escravidão vai pagar R$ 15,5 mil em acordo a empregada resgatada

Termo de Ajuste de Conduta foi assinado com a família investigada; acordo prevê indenização, registro formal e pagamento de verbas trabalhistas após resgate de mulher etíope no bairro Rio Tavares.

O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC) firmou, nesta quarta-feira (21), um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a família investigada por manter uma trabalhadora doméstica da Etiópia em condições análogas à escravidão em uma residência de alto padrão no bairro Rio Tavares, em Florianópolis.

O acordo encerra a força-tarefa conduzida com apoio da Auditoria-Fiscal do Trabalho, vinculada à MTE (Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego), que foi responsável pela identificação da situação e pelo resgate da trabalhadora no início de maio.

Trabalhadora da Etiópia é resgatada em situação análoga a escravidão

O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC) firmou, nesta quarta-feira (21), um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a família investigada por manter uma trabalhadora doméstica da Etiópia em condições análogas à escravidão em uma residência de alto padrão no bairro Rio Tavares, em Florianópolis.

O acordo encerra a força-tarefa conduzida com apoio da Auditoria-Fiscal do Trabalho, vinculada à MTE (Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego), que foi responsável pela identificação da situação e pelo resgate da trabalhadora no início de maio.

A mulher, de 34 anos, conseguiu fugir da residência durante a noite, levando apenas as roupas do corpo e um celular, após relatar situações de violência, restrição de liberdade e jornadas exaustivas.

Resgate foi realizado por Auditores-Fiscais do Trabalho

Segundo a Auditoria-Fiscal do Trabalho, a trabalhadora foi encontrada em contexto de vulnerabilidade após deixar a residência onde trabalhava em Florianópolis.

A atuação dos auditores ocorreu em conjunto com o MPT-SC e demais órgãos da força-tarefa, que apuraram as condições relatadas pela vítima e deram encaminhamento ao caso.

De acordo com a fiscalização, a mulher havia sido contratada no exterior e trazida ao Brasil sem visto regular de trabalho.

Jornadas de trabalho chegavam a mais de 15 horas por dia

Ao longo das diligências, os Auditores-Fiscais do Trabalho constataram que a empregada doméstica cumpria jornadas das 7h às 22h30, inclusive aos finais de semana, acumulando funções de limpeza, preparo de alimentos, cuidados com crianças e animais de estimação.

Ela também relatou episódios de violência psicológica, verbal e moral, além da retenção de documentos pessoais, como o passaporte, o que restringia sua liberdade de locomoção.

Após a fuga, a trabalhadora foi acolhida por equipes da rede pública de segurança, saúde e assistência social em Florianópolis, com apoio de intérprete e atendimento especializado devido à barreira linguística.

Mesmo após deixar o local, segundo os fiscais, ela continuou recebendo mensagens com intimidações e acusações dos empregadores.

TAC prevê indenização e regularização do vínculo para família investigada em SC por escravidão

Pelo Termo de Ajuste de Conduta, o casal investigado reconheceu o vínculo de emprego doméstico da trabalhadora no período de 13 de março a 8 de maio de 2026 e se comprometeu a regularizar toda a relação trabalhista.

Segundo o MPT, o acordo prevê registro formal do contrato, recolhimento de encargos sociais e cumprimento das normas relativas a jornada, descanso, salários, férias, FGTS e demais direitos trabalhistas.

Também foram fixadas obrigações financeiras: R$ 10 mil de indenização por dano moral individual à trabalhadora, R$ 5 mil para custeio do retorno ao país de origem — incluindo passagem, transporte, alimentação e hospedagem — além de R$ 500 adicionais para despesas da viagem.

Em caso de descumprimento, o TAC estabelece multa de R$ 1 mil por dia pelo não pagamento da indenização e penalidades de R$ 3 mil por cláusula descumprida nas demais obrigações.

Auditoria também pediu investigação policial

A Auditoria-Fiscal do Trabalho solicitou diligências para localização e apreensão de documentos da vítima e encaminhou o caso para apuração de possíveis crimes previstos no Código Penal, na Lei de Migração e em tratados internacionais de direitos humanos.


 
SEDESP - SINDICATO DOS EMPREGADORES DOMÉSTICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
Atendimento:
(11) 3151-2587 / 3129-9916
(11) 91853-0259
(Não atendemos chamadas, apenas Whatsapp)
 
INSTITUCIONAL   Jurídico PLANOS
ENDEREÇO:
Palavra do Presidente   Serviços Associe-se
Rua da Consolação, 222
20º andar - Sala 2009
São Paulo / SP - CEP 01302-000

WhatsApp:
(11) 91853-0259
(Não atendemos chamadas, apenas Whatsapp)

Histórico

 

Atendimento

Porque se Associar?

Certidão Sindical

 

Convenções e Acordos

Planos

Categorias

  Notícias Serviços Avulsos

Missão

 

Notícias e Novidades

 

Base Territorial

 

Editais

 

Obrigatoriedades

  Informativos  
       
11271